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Gerador de quadrado de Punnett

Insira os genótipos parentais para gerar quadrados de Punnett para cruzamentos mono-híbridos e di-híbridos.

Aa
AAAaA
aaAaa

Rácio de genótipo

aA 2/4 (50.0%)
AA 1/4 (25.0%)
aa 1/4 (25.0%)

Rácio de fenótipo

Recessive 3/4 (75.0%)
Dominant 1/4 (25.0%)

O que é um quadrado de Punnett?

Um quadrado de Punnett é um diagrama usado em genética para prever os possíveis genótipos e fenótipos dos descendentes de um cruzamento particular (acasalamento). Desenvolvido por Reginald Punnett no início do século XX, fornece um método visual simples para calcular a probabilidade de herdar combinações específicas de traços com base nos alelos parentais.

Cada progenitor contribui com um alelo por gene para os seus descendentes. Um quadrado de Punnett mostra todas as combinações possíveis de alelos parentais. Para um único gene com dois alelos (por exemplo, dominante B e recessivo b), um cruzamento monohíbrido produz uma grelha 2x2 com 4 combinações possíveis. Os cruzamentos dihíbridos (dois genes) produzem uma grelha 4x4 com 16 combinações.

Como utilizar esta ferramenta

Introduza os genótipos de ambos os progenitores (por ex., Bb x Bb para um cruzamento monohíbrido). A ferramenta gera o quadrado de Punnett mostrando todos os genótipos possíveis dos descendentes, as suas proporções e previsões de fenótipo assumindo dominância completa. Para cruzamentos dihíbridos, introduza genótipos de dois genes (por ex., BbRr x BbRr).

Conceitos-chave de genética

  • Genótipo — a constituição genética (por ex., BB, Bb ou bb). Fenótipo — o traço observável.
  • Alelo dominante (letra maiúscula) — expresso quando uma ou duas cópias estão presentes. Alelo recessivo (minúscula) — apenas expresso quando duas cópias estão presentes.
  • Homozigótico — dois alelos idênticos (BB ou bb). Heterozigótico — dois alelos diferentes (Bb).
  • A proporção monohíbrida clássica de Bb x Bb é 1:2:1 (BB:Bb:bb) genotipicamente, ou 3:1 (dominante:recessivo) fenotipicamente.

Exemplos clássicos

As experiências de ervilhas de Mendel demonstraram a proporção 3:1 com traços como a cor da flor (púrpura vs branco) e a forma da semente (redonda vs enrugada). Nos humanos, os exemplos incluem a aderência do lóbulo da orelha (livre vs aderente), o pico de viúva e a capacidade de enrolar a língua. No entanto, a maioria dos traços humanos é poligénica (controlada por múltiplos genes) e não segue padrões mendelianos simples.

Perguntas frequentes

Os quadrados de Punnett funcionam para todos os traços?

Os quadrados de Punnett funcionam bem para traços controlados por um ou dois genes com dominância simples. Tornam-se complexos para traços poligénicos (altura, cor da pele), alelos codominantes (grupos sanguíneos), traços ligados ao sexo (daltonismo) e traços influenciados por fatores ambientais. Para estes casos, são necessários modelos genéticos mais avançados, embora o princípio básico de combinação de alelos ainda se aplique.

Qual é a probabilidade de dois portadores terem uma criança afetada?

Se ambos os progenitores forem portadores (heterozigóticos, Aa) para uma condição autossómica recessiva, o quadrado de Punnett mostra: AA (25%), Aa (50%), aa (25%). Há uma probabilidade de 25% de a criança ser afetada (aa), 50% de ser portadora (Aa) e 25% de não ser afetada nem portadora (AA). Esta é a base para o aconselhamento genético em condições como a fibrose quística e a anemia falciforme.